MINISTÉRIO DA SAÚDE

GOVERNO DA REPÚBLICA DE ANGOLA

Nesta Edição

A infertilidade em África e em Angola A procriação medicamente assistida pode ser a solução

Prémio CEDUMED

de educação médica:

candidaturas estão abertas

A prevalência da infertilidade é mais elevada em África do que nos países do Norte, sendo as infecções responsáveis por estas situações em cerca de 80% de casos. Em Angola é possível que haja mais de meio milhão de casais afectados.

A procriação medicamente assistida aumenta a autonomia e opções parentais relativas à possibilidade de descendência desejada, ao ampliar os limites da fecundidade masculina e feminina. As técnicas são várias: desde a inseminação artificial – quando o sémen utilizado é de um dador – à fertilização in vitro e à transferência de embriões, entre outros métodos. Saiba ainda quais os beneficiários, os riscos e os limites clínicos. Um artigo do bastonário da Ordem dos Médicos de Angola, Carlos Alberto Pinto de Sousa.

 

 

 

Estão abertas as candidaturas à 2ª edição do “Prémio CEDUMED de Educação Médica”, acolhendo trabalhos de educação médica em Angola que tenham sido realizados nos anos 2017 e 2018 e sejam submetidos até 20 de Dezembro de 2018.

O Prémio inclui duas categorias – “investigação científica”, destinada à pesquisa sobre a educação médica, e “formação” destinada à oferta de acções de formação e à produção de material didáctico – permitindo, em cada uma, a atribuição de primeiro, segundo e terceiro lugares que recebem um diploma, uma medalha e um valor pecuniário.

Esta edição designa-se “Prémio CEDUMED de Educação Médica 2019 Clínica Multiperfil”, nos termos do Art.º 6º do Regulamento do Prémio.

Para mais informações, consulte o Regulamento do Prémio, publicado no Diário da República II série n.º 80 de 30 de Abril de 2015 e, em caso de dúvidas ou questionamentos, contacte o CEDUMED (cedumed@fmuan.maxnet.ao ou 923636805).

O CEDUMED é o Centro de Estudos Avançados em Educação e Formação Médica da Universidade Agostinho Neto.

 

 

Hepatite B: rastreio tem financiamento.

Estão abertas as candidaturas à 2ª edição do “Prémio CEDUMED de Educação Médica”, acolhendo A doença renal crónica em Angola está a aumentar rapidamente, de acordo com o chefe dos serviços de hemodiálise da Clínica Multiperfil, Simão Canga, em entrevista ao JS, à margem do 1º Simpósio de Nefrologia realizado por esta unidade de saúde, no âmbito da comemoração do dia mundial do rim.

Todos os anos, o país regista mais de dois mil casos na vertente das doenças renais, muitos dos quais em estado avançado, que obrigam ao tratamento por via de hemodiálise, tornando a vida do paciente dependente de máquinas. A diabetes e a hipertensão arterial constituem, até ao momento, as principais causas.

 

 

Mais de 265 médicos reunidos no 1º Congresso da Sociedade Angolana de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo consideram que a dificuldade de acesso dos doentes aos antidiabéticos orais, insulina e dispositivos, devido aos altos preços praticados e escassez no mercado, contribui para o surgimento de complicações crónicas. Ministra da Saúde anuncia que isenção do imposto aduaneiro vai contribuir para a redução dos preços dos medicamentos. ANIFA defende maior fiscalização e combate à contrafacção. Saiba tudo.

 

Neuroepidemiologia: onde estão os doentes com distúrbios neurológicos?

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